Jornal O Cearense, 23 de novembro de 1865
No expediente do dia 15 de maio de 1865, o presidente da Província envia portaria ao comandante superior do Icó, sobre proposta do Capitão Custódio.
Certo do que me expõe V. S. em seu oficio de abril último, aprovo o alvitre que tomou de conservar o destacamento dessa cidade,
visto não poder o capitão Custódio Ribeiro Guimarães prestar com a companhia
sob seu comando os serviços que ofereceu senão de junho em diante e fique V. S.
na inteligência de que não deve ser dispensado o destacamento enquanto não se
apresentarem guardas nacionais que se prestem a fazer o serviço gratuitamente.
Em 1868 duas irmãs do Barão do Crato e a mulher do comandante
superior Luiz Paulino e D. Margarida a viva força mandaram tirar as cordas dos
aprisionados nas ventas do delegado Custódio Ribeiro.
Ainda em 1868 o presidente da província precedendo proposta do Dr. Chefe de policia interino, exonera a pedido do cargo de delegado do termo do Icó o coronel Custódio Ribeiro
No dia 23 de novembro de 1865, na Assembleia Legislativa Provincial, às 11 horas da manhã. O Sr.Mendo se manifesta sobre os atos revoltantes acontecidos no Icó e condena pelo o acontecido o desgoverno do Sr. Gonçalo Baptista Vieira. Disse que a cidade tinha sido invadida por sicários, tomadores de presos do Tamanduá, capitaneados pelos parentes e amigos políticos da primeira autoridade da província, derramaram o susto, o terror e a desolação em todas as famílias; que desterraram o juiz de direito, o juiz municipal e os cidadãos notáveis como o tenente coronel Custódio Ribeiro Guimarães; que de revolver aos peitos do carcereiro, tomaram-lhe as chaves da cadeia e a ela recolheram o tenente comandante do destacamento.










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