Agosto de 1925
O jornal a Imprensa noticiou a morte do cônego Climério Chaves:
Fortaleza, 18 – faleceu em Limoeiro cônego Climério
Chaves, estimado vigário daquela importante cidade do sul do estado.
O jornal Imparcial (RJ) noticiou: sexta feira, 21 de
agosto de 1925.
Em Limoeiro,
Estado do Ceará, faleceu o cônego Climério Chaves, uma das maiores figuras do
clero daquele estado.
Era catedrático
de Português na Escola Normal de Fortaleza e foi redator do “Correio do Ceará”
em sua primeira fase.
A sua morte
teve larga repercussão no seio de seus amigos e da população local onde o
extinto gozava de geral estima.
Em 23 de agosto de 1925, o jornal o Sitiá de
Quixadá – domingo, noticia a morte do Padre Climério Chaves.
O Sitiá lamentando a maior sinceridade
d’alma, o golpe profundo que vem de sofrer a família Chaves com a morte de seu
ilustre membro cônego Climério Chaves, vulto dos mais prestigiosos do clero
cearense e do magistério publico estadual, como emérito professor que em vida fora
da Escola Normal Oficial, manda o seu cartão de pesar aos seus dignos parentes
do pranteado extinto, notadamente aos seus irmãos e cunhado Sindulpho e
Henrique Chaves residentes em Fortaleza e coronel Francisco Celestino da Costa
honrado notário publico em Limoeiro.










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