Jornal do Ceará, 27 de janeiro de 1905
FRANCISCO GRAÇA
Infeliz amigo que não pudesses voltar para beber as auras puras que te
embalaram o berço; que te não foi dado trazer no peito de tua bem querença o
doce afeto de tua amizade, aceita na solidão que te cerca, no abandono de tua
pobre sepultura ignora em nome da simpatia que nos uniu, o testemunho sincero
de minha dor, de minha saudade, de minhas lágrimas...
Limoeiro, 12 de janeiro de 1904.
José Osterne










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